O cenário
O cliente quer IA no financeiro. A maioria ainda não começou.
As empresas de R$ 70 a 500 milhões que buscam IA para o financeiro estão indo pelo módulo do ERP que já usam. O caminho existe; falta o uso virar rotina e o retorno virar número.
Onde cada um trabalha
O ERP cuida do registro e da inteligência. A Victoria trabalha na ação.
Problema técnico pede solução técnica; problema humano pede solução humana. O módulo concilia, cobra e fecha. Transformar o número em prioridade com dono, decisão registrada e prazo é trabalho de gente, toda semana.
Contas a pagar e a receber, conciliação, cobrança, fiscal. Cada vez mais executado pelo próprio ERP, cobrado por tarefa. · ERP
Fechamento, DRE, caixa, alertas. Mostra onde está o problema. · ERP e IA
Rito tático com os gestores e rito executivo com os sócios: prioridade com dono, decisão registrada, consequência combinada e captura de valor medida. · Victoria
Como a parceria funciona
Cada um no seu papel, e o cliente no centro.
Canal do ERP
- Vende os módulos
- Implanta e parametriza
- Estabiliza
Victoria
- Caso de negócio com linha de base
- Combinado com o dono
- Ritos tático e executivo
- Captura de valor medida
Empresa
- Dono e sócios decidem
- Gestores conduzem
- Dados e regras são dela
Sem comissão. A Victoria não implanta nem parametriza ERP.
O que o canal ganha
Mais uso, menos churn e casos com número.
Uso dos módulos
Quando o ERP cobra por tarefa executada, a receita depende de o cliente usar. O rito cria esse uso toda semana.
Menos churn depois do go-live
O cliente que vê o número mudar na reunião de sócios não questiona o contrato.
Casos com retorno medido
Captura de valor contra linha de base, pronta para o canal usar com outros clientes, com autorização da empresa.
Indicação de módulo sem custo de aquisição
Quando o caso de negócio fecha e o dono aprova, o próximo módulo vem como consequência.
Com um cliente compartilhado
Do cliente estabilizado ao primeiro caso com número.
O canal apresenta um cliente estabilizado
Implantação concluída, módulos rodando, dono acessível.
Raio-X com o dono 10 dias úteis
Onde a empresa trava, linha de base e métrica combinada antes de começar. Trabalha sobre o que o cliente já tem no ERP.
Estruturação dos ritos 3 a 6 meses
O que o módulo produz vira pauta do rito tático e do rito executivo. Os primeiros 90 dias confirmam o desenho.
Leitura do resultado com canal e cliente
Captura de valor contra a linha de base e evolução da gestão. Onde o caso pedir, recomendação de módulo ao canal.
As regras da parceria
Combinadas por escrito antes do primeiro cliente.
Sem comissão
A Victoria é remunerada só pelo próprio serviço, pago pelo cliente. Não recebe nada de ERP ou fornecedor, e não paga para receber cliente.
Só depois da implantação estabilizada
Implantação, parametrização e suporte do sistema são do canal. A Victoria atua em adoção e captura de valor.
Agnóstica
Quando o módulo ainda não cobre uma necessidade, a Victoria tem solução própria, temporária ou definitiva. Nenhum módulo é recomendado sem caso de negócio aprovado pelo dono.
O cliente é do cliente
Dados, regras escritas e decisões pertencem à empresa. Caso e nome só saem com autorização dela.
Em qualquer acordo
- Sem exclusividade, de parte a parte
- Cláusula de escopo: o rito e o acompanhamento de plano do cliente compartilhado ficam com a Victoria
- Custo de API do ERP previsto no preço ao cliente
- A Victoria não implanta nem parametriza, por escrito
Proposta de início
Um piloto pequeno, com a métrica combinada antes.
- Quem
- De 1 a 3 clientes do canal no ES, de R$ 70 a 500 milhões por ano, com implantação estabilizada e dono disposto a ter cadência.
- Quando
- Primeiros clientes nos próximos 6 meses.
- Métrica
- Linha de base registrada no Raio-X; uma meta de captura de valor e uma de uso dos módulos, combinadas com o dono.
- Leitura
- Aos 90 dias do rito instalado, juntos, canal, cliente e Victoria.
Para a nossa conversa
- Quantos clientes de R$ 70 a 500 milhões vocês atendem no ES?
- Quantos contrataram os módulos de IA do financeiro e do FP&A, e quantos usam?
- Como vocês medem o retorno depois do go-live?
- Quem cuida do cliente depois da implantação?
- Faz sentido começar com um cliente estabilizado e a métrica combinada antes?